domingo, 10 de dezembro de 2017

Plenária Estadual da Marcha Mundial das Mulheres RS

16 de dezembro - das 8:30 às 18:30


Local: Rua Lima e Silva, 818 - Sindipetro, PoA-RS



 Queridas marchantes!!!!!

Companheiras, temos apenas uma semana para nossa Plenária Estadual e gostaríamos de contar com a participação de representantes de todos os municípios do Estado, se isto fosse possível. Mas podemos chegar a um número bem representativo chamando antigas marchantes que faz tempo não tem conseguido participar, assim como aproximar as novas, que querem nos conhecer e fazer parte conosco desta marcha.
 Antes de tudo, é muito importante preencher o formulário de participação, pois este ano ele vai nos ajudar não só a saber quem virá, mas todas poderão contribuir com a organização e perfil da coordenação executiva, que melhor possa tocar os trabalhos da MMM RS. Para acessar o formulário de inscrição, entre AQUI!!!

Programação:

8:30 - Credenciamento e acolhimento
9h -  Formação da manhã: Facilitadora Cintia Barenho
As mulheres, a água e a energia não são mercadoria: A quem interessa  a mercantilização da água?
•Roda de chimarrão com Daniela Rosa e Gabriela Cunha pela MMM e Andréia Livi, Agroecologia e Feminismo, militante do MAB, que também acompanha os processos de formação e organização da juventude do MAB.

11h Debate e organização de ações de enfrentamento

12:30 Almoço coletivo com apresentação do projeto de pesquisa do Doutorado da Vanessa Gil sobre a Marcha Mundial das Mulheres.

13:30 Formação da tarde: Facilitadoras Cláudia Prates e Maria do Carmo
Retrocessos sociais e avanço neoliberal no Brasil: relação com a dominação da vida e do corpo das mulheres - Debate com Vanessa Gil, doutoranda em Educação pela Unisinos e militante da MMM RS
• As reformas (do trabalho e da previdência e os impactos sobre a vida das mulheres - Isis Marques, Secretaria de Mulheres da CUT e militante da MMM RS

15h Grupos: Construindo as estratégias de resistência na MMM
Obs: Neste ponto dividiremos a plenária em grupos por região onde queremos que as marchantes construam/discutam quais deverão ser nossas estratégias de resistência, a partir das duas atividades de formação e do que trouxeram da Jornada Continental.
Em cada grupo teremos pelo menos uma marchante que participou da Jornada e irá socializar para as que não foram, como ocorreram os debates e quais foram os encaminhamentos – quais serão nossas ações de resistência.

Atenção: as resposta de todas no formulário também ajudará na elaboração de nossas estratégias.

16:30 – Apresentação dos Grupos e elaboração de um documento único com as nossas estratégias, que definirão nossas ações e prioridades para 2018.
                     
17h Agendas de lutas para 2018

17:30 Indicação da nova executiva da MMM RS com a apresentação dos critérios para esta composição e incorporação de estratégias de comunicação que possam agilizar nossa ação na MMM e nos núcleos.

18:30 - Encerramento - AS MULHERES RESISTEM!!!!


É importante reforçar:
1)     Convocamos todas as marchantes do RS e de outros Estados, assim como convidamos as companheiras de outros movimentos e as independentes que quiserem participar conosco deste espaço de reenergização feminista.
2)     Para as marchantes do RS poderemos contribuir com o deslocamento de uma (01) companheira de cada núcleo da MMM (mas o núcleo poderá participar com quantas marchantes desejar) para que tenhamos uma Plenária bem representativa. Então é muito importante que as marchantes discutam nos seus municípios quem são as compas que virão e falem diretamente com a Cláudia Prates, que estará centralizando este apoio financeiro aos núcleos (mulheresmudamomundo@gmail.com) e informem quem virá e o valor da passagem para que possamos organizar os repasses ou ressarcimento. Eté o momento nenhum núcleo solicitou apoio. Não deixa para a última hora!!!
3)     Lembrando que o almoço será coletivo, portanto cada compa deverá trazer uma contribuição para os lanches/almoço do dia que será todo compartilhado.
4)     Temos evento no face – segue a gente também por aqui

 Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres!


domingo, 3 de dezembro de 2017

DIA DE LUTAS - 05/12 MULHERES NAS RUAS


Evento no face: AQUI

Em Porto Alegre os movimentos de Mulheres e Feministas vão concentrar junto com as Centrais e os Movimentos Sociais e Populares na Rodoviária ás 8hs, para panfletar e debater com a População, após sairemos em caminhada até o INSS(10h) e depois pro Piratini (12h).

As mulheres tmb querem demarcar neste dia 5 que não aceitam os retrocessos e o conservadorismo que tem atingido especialmente as mulheres e com requinte de crueldade, qnd através de projetos com a PEC 181 (em votação na comissão especial de novo no dia 5) que num "cavalo de tróia" quer retirar o pouco acesso ao aborto de forma legal que as mulheres tem no Brasil.

Chamam este ato unificado
Marcha Mundial das Mulheres
União Brasileira de Mulheres
Movimento de Mulheres Olga Benário
Mulheres da CTB
Mulheres da CUT
Fórum Estadual de Mulheres do RS
Comitê de Mulheres pela Democracia
Secretaria de Mulheres do PT-RS
Mulheres do PCdoB
Ação da Mulher Trabalhistas do PDT

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Plenária Estadual da MMM RS

16 de dezembro de 2017
Local: Rua Lima e Silva, 818 - Sindipetro - Porto Alegre




Faça sua inscrição no formulário - AQUI




segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Legalizar o Estupro: desumanizar as mulheres

ARTIGO da companheira Vanessa para seção Duas Visões do Jornal  Zero Hora - publicado em 24/11/2017

Ser contra a PEC 181 é ser à favor da vida, diz socióloga 


Vanessa Gil, doutoranda em Educação na Unisinos e militante da Marcha Mundial das Mulheres, entende que a proposta quer "dar título de pai a estupradores"


Dezoito homens contra uma mulher. Esse foi o placar da votação da PEC 181, que prevê a retirada do direito ao aborto legal em caso de estupro no Brasil. É doloroso ser mulher e ter de escrever este artigo, porque trato de um direito que poderá ser negado a mim, visto que qualquer mulher pode ser vítima de estupro e ter uma gravidez decorrente desse crime. O estuprador, esse ser horrendo, ele não é um monstro, ele nem sempre é um homem que surge do nada numa rua escura como se imagina na maioria das vezes. Ele é o pai, o vizinho, o primo, o cara da rua onde moramos. Ele é o motorista do aplicativo, o amigo que deu carona. Raramente é um desconhecido. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 70% dos estupros são cometidos por parentes, namorados ou amigos/conhecidos da vítima. Ele é um criminoso, mas um criminoso próximo, o que explica a subnotificação dos casos. Apenas 10% (Ipea) chegam à polícia. Unindo os casos de estupro com as mortes por violência doméstica, rapidamente cai a ficha das razões para não denunciar. Ela é uma vítima e o inimigo dorme ao lado.

A vida de quem 
está sendo defendida, 
quando negamos 
o direito 
de interromper 
uma gravidez 
em decorrência 
de um estupro?
 
O que aqueles 18 homens pretendem é dar título de pai a estupradores e destruir ainda mais a vida dessas mulheres. A vida de quem está sendo defendida, quando negamos o direito de interromper uma gravidez em decorrência de um estupro? A vida da menina de 12 anos que engravidou do pai? Salvaremos a vida dela fazendo com que largue a escola por vergonha do crime do qual foi vítima? Salvaremos a vida dela obrigando a passar nove meses carregando um feto de um criminoso no ventre? Lembrando a ela todos os dias os momentos horríveis que viveu? E se ela tiver 18 anos? Ou vinte e cinco? Ou a idade de quem está lendo esse artigo? Imagine você sendo agarrada, arrastada, suas roupas rasgadas, um homem te penetrando enquanto você tenta gritar. E, depois de nove meses, pense em como lidar com tudo isso. Não me parece justo tirar das mulheres o direito de escolha.


Sempre vale lembrar que aborto não é, nunca foi, nunca será obrigatório em nenhum caso. Ele é uma possibilidade para quem não deseja carregar a marca do estupro para o resto da vida. E negar isso às mulheres não é negar a todas as mulheres. É negar às pobres. As ricas buscam procedimentos e medicamentos fora do país, ou marcam uma consulta com seu ginecologista. Sim, no ginecologista, pois a interrupção da gravidez, em geral, até a décima segunda semana, é um procedimento simples e seguro se feito de forma adequada. O que esses 18 senhores, representando o fundamentalismo religioso e o conservadorismo, estão fazendo é legalizar a morte de mulheres pobres, que buscarão agulhas de crochê ou lugares insalubres para tentar diminuir a dor da violência que já sofreram. É cruel, perverso. E nessas horas, torço para que o Deus deles exista mesmo, pois seria reconfortante saber que um dia haverá um julgamento para quem negou esse direito à mulher vítima de estupro. Ser contra a PEC 181 é ser à favor da vida, da vida das mulheres.

sábado, 25 de novembro de 2017

25 de novembro: todas nas ruas para acabar com a violência!

Somos as herdeiras de Dandara e das irmãs Mirabal”
 A data 25 de novembro, escolhida em 1981 no I Encontro Feminista Latino-Americano e do Caribe, presta homenagem às irmãs Mirabal, vítimas do feminicídio e do autoritarismo. Elas foram encarceradas, estupradas e assassinadas a mando da ditadura da República Dominicana nos anos 1960. Em nome da memória coletiva, o dia marca as lutas pelo fim da violência contra as mulheres.
Neste momento, vivemos uma ruptura democrática no Brasil e a ofensiva do capitalismo patriarcal e racista para impor o projeto neoliberal por toda América Latina. Para impedir que usurpem nossas riquezas, nossas terras e nossos direitos, temos que nos inspirar nas lutadoras que nos antecederam, e manter viva a resistência.
Em 2017, estamos ruas para denunciar que a violência contra as mulheres tem aumentado e que isso é consequência da ofensiva conservadora que, através das medidas dos golpistas, tenta impor mais controle às nossas vidas e nossos corpos.
A reforma trabalhista, ao retroceder à condições laborais similares ao início do século passado, e o congelamento dos investimentos com educação e saúde sobrecarregam e precarizam ainda mais o cotidiano das mulheres. Propostas como a reforma da previdência e a PEC 181, que pretende proibir o aborto inclusive nos casos de estupro e risco de vida da mãe, demonstram como o avanço do neoliberalismo está conectado com o conservadorismo e a imposição violenta do patriarcado sobre a vida das mulheres.
O acirramento do patriarcado em nosso país é perceptível pelo grau de violência à que milhões de mulheres estão submetidas cotidianamente. Em 2016, o Ministério da Saúde registrou um aumento de 124% do numero de casos de estupro coletivo nos últimos anos. Atualmente ocorrem 10 casos de estupros coletivos por dia, a maioria praticada contra meninas crianças e adolescentes. O estupro é um crime subnotificado e se estima que apenas 10% dos casos são denunciados.
A violência não é um fenômeno isolado do sistema de dominação/exploração patriarcal, classista e racista que subordina as mulheres. Se nos depararmos com os dados do Atlas da Violência de 2017, perceberemos que as opressões tendem a indicidir conjuntas, afetando as mulheres negras de forma mais acentuada. Enquanto a mortalidade de mulheres não negras teve uma redução de 7,4% entre 2005 e 2015, atingindo 3,1 mortes para cada 100 mil mulheres não negras, a mortalidade de mulheres negras observou um aumento de 22% no mesmo período, chegando à taxa de 5,2 mortes para cada 100 mil mulheres negras. Os dados indicam ainda que, além da taxa de mortalidade de mulheres negras ter crescido, aumentou também a proporção de mulheres negras entre o total de mulheres vítimas de mortes por agressão, passando de 54,8% em 2005 para 65,3% em 2015. Em outras palavras, 65,3% das mulheres assassinadas no Brasil no último ano eram negras, evidenciando que a combinação entre desigualdade de gênero e racismo é extremamente perversa e configura variável fundamental para compreendermos a violência contra as mulheres no Brasil.
Portanto, neste 25 de novembro denunciamos:
  • O desmonte das politicas públicas que aprofunda a desigualdade entre homens e mulheres e brancas e negras.
  • A violência do capital e do golpismo, que piora as condições de vida das mulheres, especialmente as mulheres negras, com a eliminação de empregos, baixos salários, trabalhos precariizados e terceirizados, minando a autonomia econômica das mulheres, que é fundamental para construir uma vida sem violência.
  • A violência e o preconceito contra as pessoas LGBT.
  • A misoginia, ou seja, as atitudes de ódio contra às mulheres, disseminadas nos meios de comunicação e na internet.
  • Os ataques às politicas de educação, através de projetos conservadores, racistas e misóginos como o Escola sem Partido, e a ideologia de gênero.
  • O Projeto de Emenda Constitucional 181 (apelidada PEC Cavalo de Troia), que ataca diretamente a autodeterminação e soberania das mulheres de tomarem decisões sobre seu corpo. A PEC 181, ao retirar o direito ao aborto inclusive nos casos em que é legal, ameniza o crime de estupro e pune as mulheres que forem violentadas a prosseguir com a gestação.
Neste 25 de novembro queremos ecoar nossas vozes contra o golpe! Fora Temer! Não somos culpadas pela violência que sofremos e não há desculpa que a justifique! Como as companheiras argentinas dizemos: “Nenhuma a menos, viva nos queremos!”
Nossa luta contra a violência é todo dia! Lutamos por um mundo com igualdade, justiça e liberdade para todas as mulheres.
Seguiremos em Marcha até que todas sejamos livres!

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

As Irmãs Mirabal e o Dia da não Violência contra a Mulher

 por Mara L. Baraúna

As Irmãs Mirabal, filhas de Mercedes Camilo Reyes e Enrique Mirabal, comerciante e proprietário de terras, foram covardemente assassinadas pela ditadura de Rafael Leónidas Trujillo de Molina, o Generalíssimo Presidente que governou com extrema violência a República Dominicana de 1930 a 1961.

Patria Mercedes Mirabal, Bélgica Adela Mirabal, Minerva Argentina Miraba e Antonia María Teresa Mirabal, conhecidas como Irmãs Mirabal, ou ainda, Las Mariposas, nasceram em Ojo de Agua, na província de Salcedo, no norte do país.

De uma família importante daquela região, seu pai havia sido prefeito da cidade de Ojo de Agua, no início da ditadura Trujillo. Minerva foi a primeira irmã a se envolver com o movimento contra Trujillo, sendo influenciada por seu tio e um amigo de colégio, cuja família tinha sido presa e executada por membros do exército de Trujillo.

Depois de terminar o colegial, ela foi para a faculdade de direito e trabalhou com Pericles Franco Ornes, o fundador do Partido Socialista Popular e um adversário de Trujillo. Isso a levou a ser presa e torturada em várias ocasiões.


Minerva foi presa pela primeira vez em 1949, depois que recusou os avanços sexuais de Trujillo e, junto com sua mãe, foi colocado sob prisão domiciliar na capital e torturada pelo regime. Seu pai ficou preso na Fortaleza Ozama, até que sua família usou suas conexões para libertá-los. Eles foram presos novamente dois anos depois, e este regime de terror finalmente causou a deterioração da saúde de seu pai, causando sua morte em 1953.

Minerva foi acompanhada em sua luta contra o governo de Trujillo pelas irmãs Maria Teresa e Patria. Influenciada pelos movimentos de libertação na América Latina, elas criaram com seus maridos o Movimento 14 de Junho. Teve esse nome após o dia em que os dominicanos exilados tentaram derrubar o governo de Trujillo e foram derrotados pelo exército.

Dentro deste movimento, as irmãs foram chamados de "Las Mariposas" (as borboletas), a partir do nome clandestino de Minerva.

O movimento enfrentou a repressão e a maioria de seus membros foi preso pelo regime de Trujillo, incluindo as irmãs Mirabal e seus maridos, no final da década de 1950. Isso gerou crescente sentimento antigoverno que obrigou Trujillo a libertar as mulheres da prisão de La Cuarenta em fevereiro de 1960.

Seus maridos foram mantidos presos e as irmãs foram levadas de volta para La Cuarenta em 18 de março e condenadas a 3 anos de prisão.
No entanto, as irmãs estavam em liberdade condicional em 18 de agosto de 1960, como resultado da condenação de ações de Trujillo, pela Organização dos Estados Americanos.

Logo depois, em 25 de novembro de 1960, as irmãs foram assassinadas na volta de uma visita a seus maridos na prisão. Vítimas de uma emboscada, foram levadas para um canavial e apunhaladas e estranguladas até a morte, junto com o motorista que conduzia o veículo em que estavam. Trujillo acreditou que havia eliminado um grande problema, mas a morte das irmãs Mirabal causou uma grande comoção no país e levou o povo dominicano a se somar na luta pelos ideais democráticos das Mariposas. O assassinato das irmãs levou a protestos em massa e contribuiu para a queda do regime de Trujill em 1961.

Em 1995, a escritora dominicana Julia Álvarez publicou o livro No Tempo das Borboletas, baseada na vida de Las Mariposas, e que em 2001 se tornou um filme.

 A sua história é também recordada no livro A Festa do Bode, do peruano Mario Vargas Llosa.

No Primeiro Encontro Feminista Latino-Americano e Caribenho de 1981, realizado em Bogotá, Colômbia, a data do assassinato das irmãs Patria Mercedes Mirabal (27 de fevereiro de 1924 — 25 de novembro de 1960), Minerva Argentina Mirabal (12 de março de 1926 — 25 de novembro de 1960) e Antonia María Teresa Mirabal (15 de outubro de 1936 — 25 de novembro de 1960) foi proposta pelas feministas para ser o dia Latino-Americano e Caribenho de luta contra a violência à mulher.

A Fundación Hermanas Mirabal, fundada em 12 de novembro de 1992 com o objetivo de imortalizar Las Mariposas, cria a Casa Museo Hermanas Mirabal em 8 de dezembro de 1994. O Museo Hermanas Mirabal, mantido e gerido pela irmã sobrevivente, Dede, está localizado na cidade de Conuco, Província da República Dominicana Salcedo. Esta é a casa onde as irmãs Mirabal viveram seus últimos 10 meses, e mantém intacta a decoração e pertences das irmãs antes de seu assassinato.

 Em 17 de dezembro de 1999, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou que 25 de novembro é o Dia Internacional da não Violência contra a Mulher, em homenagem ao sacrifício de Las Mariposas.

 A província onde as irmãs nasceram, Ojo de Agua, foi rebatizada de Hermanas Mirabal em homenagem a essas três mulheres, que dedicaram grande parte de suas vidas, desde muito jovens, a lutar pela liberdade política de seu país.




 Uma das heroínas da democracia e da liberdade Dominicana, Bélgica Adela Mirabal (29 de fevereiro de 1925 - 01 de fevereiro de 2014), conhecida como Dede, única sobrevivente das irmãs Mirabal. Dede se encarregou dos seis filhos de suas irmãs assassinadas e também foi responsável pela preservação da memória da família.




Fonte: http://jornalggn.com.br/noticia/as-irmas-mirabal-e-o-dia-da-nao-violencia-contra-a-mulher-por-mara-l-barauna
Mara L. Baraúna é jornalista.